As nossas causas
energy matters

Na ASUNIM acreditamos num mundo futuro definido por uma lógica descentralizada, cobrindo todos os aspectos de nossa existência, da informação, poder, alimentação, produção industrial e desperdício à finança. Também precisamos enfrentar dura luta para encontrar uma interdependência positiva com os ecossistemas que nos rodeiam. É importante a adaptação urgente a estas mudanças, rapidamente, nos próximos anos, para manter um planeta estável e hospitaleiro onde vivermos.

Nós escolhemos o camaleão como símbolo para essa mudança, pela sua rápida adaptação da cor ao meio e pela sua atual ameaça de extinção devida à atividade humana. Apoiamos a agência de proteção animal situada na Ria Formosa, que teve a gentileza de nos fornecer as informações a seguir sobre este interessante animal

  
Fotografias de Rosa Gambóias e Armando Caldas
Texto de A cor do camaleão
© Todos os direitos reservados
Links: A Aldeia / Rias

Livro do Camaleão

Nome científico: Chamaeleo chamaeleon
Nome popular: camaleão-comum
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordem: Sauria
Família: Chamaeleontidae
Etimologia: O nome Camaleão significa “Leão da Terra” e é derivado das palavras gregas Chamai (na terra, no chão) e Leon (leão).
Alimentação: O camaleão é um caçador nato. Para capturar as suas presas, usa a língua veloz, comprida e viscosa. Alimenta-se essencialmente de insectos voadores e outros pequenos invertebrados.

Características:
Reconhece-se o camaleão-comum pelo seu corpo achatado, pela dilatação em forma de elmo na zona do crâneo e pelos grandes olhos que se movem independentemente um do outro girando até 180º, o que lhes permite, com um olho ver para a frente, e com o outro ver para trás. Possuem uma cauda preênsil e dedos com unhas que formam pinças que os ajudam a trepar pelos ramos em movimentos lentos. Não é fácil distinguir machos de fêmeas pois não há diferença de tamanho entre eles. A pele é geralmente de cor verde ou parda com linhas descontínuas amareladas. A capacidade de mudar de cor é outra das suas principais características. Este fenómeno notável pode ser derivado da temperatura ambiente, do local em que se encontram e, sobretudo, do seu estado de ânimo e necessidade de comunicação.

Origem: A origem do Chamaeleo chamaeleon (camaleão-comum) na Península Ibérica é controversa. Existe a ideia generalizada de se tratar de uma espécie introduzida no século XX através das migrações de trabalhadores entre o Sul peninsular e o Norte de África. O camaleão sempre despertou simpatia e inclusivamente ganhou um certo sentido mágico para as culturas mediterrânicas pelo que pode ter sido transportado através do mediterrâneo como mascote, amuleto ou simplesmente para controlo de pragas. Resultados de estudos genéticos não excluem, porém, a hipótese de se tratar de uma colonização natural (inferior a 200.000 anos) ou de uma introdução antiga.

Distribuição: Existem cerca de oitenta espécies de camaleão, a maior parte delas em África, ao sul do Saara. A espécie camaleão-comum, (Chamaeleo chamaeleon) encontra-se na maioria dos países do norte de África, Médio Oriente, Península Arábica, Grécia continental, Turquia, ilhas do mar Egeu, Malta, Sicília e Península Ibérica. Em Portugal encontra-se nas zonas costeiras do Algarve, no sul do país. Habitam as dunas e zonas de arbustos e as matas de pinheiros e eucaliptos mas também podem ser encontrados em lugares muito diversos como campos de cultivo, vinhas, hortas e jardins.

Reprodução: O camaleão-comum é um animal de hábitos diurnos. É uma espécie ovípara com apenas um ciclo reprodutor por cada ano, sendo o auge do período reprodutivo no Verão. A maioria dos indivíduos alcança a maturidade sexual durante o primeiro ano de vida. O período de acasalamento pode ocorrer de Junho a Setembro. Os machos tornam-se mais agressivos, com um comportamento territorial evidente, impondo-se na área que querem dominar. As fêmeas acasalam geralmente com um único macho. A cópula dura cerca de 2 a 3 minutos e pode repetir-se várias vezes no mesmo dia. Passados cerca de 35 dias, a fêmea deposita entre 4 e 40 ovos num buraco feito no solo arenoso, geralmente junto de arbustos. O período de incubação é de cerca de 10 meses. No Inverno, procuram tocas nas árvores para suportar o frio. Ameaças: Os seus principais predadores são aves, as serpentes, os gatos e outros animais domésticos e, sobretudo, o homem. Este destrói-lhe o habitat, atropela-o nas estradas, e captura-o, mantendo-o em cativeiro ilegal, geralmente em péssimas condições. Os camaleões não são animais de cativeiro e, como animais selvagens que são, não gostam nada de ser manipulados. O stress a que são sujeitos quando lhes pegam, a temperatura desadequada e os desequilíbrios nutricionais decorrentes da clausura, contribuem para uma morte lenta em cativeiro.

Conservação: A população de camaleões em Portugal é considerada distinta e a sua protecção legal está em pé de igualdade com as restantes espécies autóctones. A captura e o comércio de camaleões são proibidos em Portugal.

Artigo disponibilizado por: © A cor do camaleão 

O que fazer se encontrar um animal selvagem ferido?
1 – Evitar ao máximo perturbá-lo, minimizando o barulho, tempo de manipulação e contacto com as pessoas;
2 – Usar uma toalha ou pano para cobrir a cabeça do animal (evita estímulos visuais, acalmando-o) e colocá-lo numa caixa de cartão adequada ao seu tamanho, com pequenos furos para que possa respirar. Ter muita atenção ao focinho e às garras para não ser magoado!
3 – Não manter o animal em sua posse mais tempo do que o estritamente necessário e apenas prestar os primeiros-socorros se tiver conhecimentos para tal.
4 – Entrar de imediato em contacto com:
SOS Ambiente e Território: 808 200 520
SEPNA-GNR – Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente: 21 750 30 80 (Geral)
Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Parque Natural ou Área Protegida mais próxima.

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